Uma ética e uma Educação planetárias pedem respeito à diversidade e à cultura dos povos. É preciso sairmos do aprisionamento causado pelo narcisismo, pelo egoísmo, pela falta de empatia e de alteridade. O coletivo tem sido deixado de lado a bem dos interesses individuais.

Muito se tem escrito e falado sobre os paradigmas que permeiam o nosso cotidiano em todos os níveis. Desde a mais remota antiguidade, pensadores, filósofos, educadores, teóricos enfim, sinalizam a necessidade de se atribuir significado a todo e qualquer saber. Entretanto, com o desenvolvimento tecnológico, a influência da quantidade excessiva de informações, dando a falsa sensação de uma sequência evolutiva pela qual vem passando a humanidade desde então, estabeleceram-se parâmetros e paradigmas difíceis de serem transpostos.

Diante dessa nova realidade, o que se pode depreender e aprender?

Que esses parâmetros, irregulares e em geral não coerentes, levam os seres humanos a viverem entre incertezas e dúvidas, no sentido de haver perdido realmente o conhecimento de si mesmos.