No pensamento contemporâneo, há uma mutação na concepção de Ética. Este conceito tem sido esvaziado a benefício de uma modernidade que segue sem objetivos claros. Diante disso, é preciso buscar e vivenciar uma “macroética”, ou seja a essência de tudo aquilo que nos leve a um maior sendo humanizador, a um pensar e agir como cidadãos planetários.

Muito se tem escrito e falado sobre os paradigmas que permeiam o nosso cotidiano em todos os níveis. Desde a mais remota antiguidade, pensadores, filósofos, educadores, teóricos enfim, sinalizam a necessidade de se atribuir significado a todo e qualquer saber. Entretanto, com o desenvolvimento tecnológico, a influência da quantidade excessiva de informações, dando a falsa sensação de uma sequência evolutiva pela qual vem passando a humanidade desde então, estabeleceram-se parâmetros e paradigmas difíceis de serem transpostos.

Diante dessa nova realidade, o que se pode depreender e aprender?

Que esses parâmetros, irregulares e em geral não coerentes, levam os seres humanos a viverem entre incertezas e dúvidas, no sentido de haver perdido realmente o conhecimento de si mesmos.