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Pontuando para fechar esta primeira série de reflexões:

  • Ética: da Grécia – “Ethos”, se refere aos valores humanos absolutos e atemporais, os quais são consolidados com o tempo;

  • Moral: de Roma – “Morus”, se refere aos costumes que, tal como os paradigmas, são mutáveis e temporais.

Assim, nosso apelo é pela busca da ética em cada um de nós, revisitando nossos valores, retomando o equilíbrio em nossas atitudes, a partir de nossos desejos, vontades e relacionamentos.

Muito se tem escrito e falado sobre os paradigmas que permeiam o nosso cotidiano em todos os níveis. Desde a mais remota antiguidade, pensadores, filósofos, educadores, teóricos enfim, sinalizam a necessidade de se atribuir significado a todo e qualquer saber. Entretanto, com o desenvolvimento tecnológico, a influência da quantidade excessiva de informações, dando a falsa sensação de uma sequência evolutiva pela qual vem passando a humanidade desde então, estabeleceram-se parâmetros e paradigmas difíceis de serem transpostos.

Diante dessa nova realidade, o que se pode depreender e aprender?

Que esses parâmetros, irregulares e em geral não coerentes, levam os seres humanos a viverem entre incertezas e dúvidas, no sentido de haver perdido realmente o conhecimento de si mesmos.